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Erick Schotten destaca aprendizado e evolução em sua estreia pela TCR Brasil
Reportagem: Beatriz de Paula
Foto: José Mario Dias
Bia Press Agency
Jovem piloto de 18 anos pontua em suas primeiras corridas com carros de tração dianteira.

No último fim de semana, no Circuito dos Cristais, em Curvelo (MG), Erick Schotten viveu uma experiência inédita em sua carreira. O jovem piloto de 18 anos fez sua estreia na TCR Brasil e na TCR South America pela equipe W2 Pro GP. Sempre movido por desafios, o catarinense retorna a uma categoria internacional e está animado para a temporada 2026. Na TCR, Erick Schotten tem o apoio das marcas Unifique e Halo P1.

Erick pontuou nas duas corridas em sua estreia na TCR Brasil e saiu de Curvelo na 13ª posição na classificação geral, somando 16 pontos, com um P12 e um P10 nas duas provas válidas pela etapa de abertura da TCR Brasil, que também pontua para o campeonato sul-americano. A próxima etapa será no dia 29 de março, em Cascavel, no oeste do Paraná.

"Foi um fim de semana de aprendizado e evolução. Os resultados ainda não mostram o nosso potencial, mas foi importante para entender melhor o carro e a categoria. Me adaptei rápido, afinal estou com a mesma equipe e estamos bem alinhados, o que facilitou o processo. Também tive uma nova experiência com a dinâmica de duas sessões de classificação. Fiquei feliz por avançar ao Q2 logo na minha primeira participação. Nas corridas, alguns contratempos não nos permitiram escalar mais o pelotão, mas estamos trabalhando nesses detalhes. Estou otimista para o ano nesta nova categoria", destacou Schotten.

Erick também está inscrito na divisão Junior, destinada a pilotos de até 24 anos com menos de seis participações em competições sob regulamento TCR. O campeonato brasileiro do conceito TCR teve início em 2023 e segue o mesmo padrão técnico do seu "coirmão" sul-americano, mas com a maior parte das etapas disputadas em solo nacional.

Empolgado com a nova oportunidade em sua carreira, Schotten explica sua motivação para alinhar no grid da TCR e comenta as dinâmicas da categoria.

"Com dez anos de automobilismo, sempre escolhi viver novos desafios. Foi assim desde o kart, passando por uma temporada nos Estados Unidos, pela Fórmula Delta, e depois com a transição para os carros de turismo na Stock Light. A TCR representa mais um passo nesse caminho. A principal diferença é que os carros aqui têm tração dianteira, enquanto todos os outros que pilotei nos últimos dez anos eram de tração traseira. É uma mudança grande, mas consegui me adaptar rapidamente. Estou feliz e animado", contou.

A TCR é uma plataforma mundial em que carros e regulamentos são padronizados em diferentes campeonatos ao redor do mundo. A categoria conta com duas sessões de classificação (Q1 e Q2), com pontuação para os pilotos do Top-10 ainda no qualifying. A gestão de pneus também é estratégica, já que cada piloto dispõe de mais compostos ao longo do fim de semana.

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