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Stock Car: Di Mauro sai na sexta fila no grid da 1ª corrida em Goiânia
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mário Dias
Ricardo Zonta, Átila Abreu e Galid Osman pegam a pista em piores condições no Q1 e vão partir para prova de recuperação.

Com influência direta da chuva no treino de classificação, Gaetano di Mauro ficou em 12º e é o melhor piloto da Shell no grid de largada da primeira corrida da rodada dupla de Goiânia, penúltima etapa da temporada 2019 da Stock Car. Já Ricardo Zonta, Átila Abreu e Galid Osman, que pegaram a pista mais molhada no Q1, ficaram em 17º, 22º e 25º, respectivamente.

Depois de três treinos livres disputados com calor e pista seca, a chuva caiu com violência justamente na hora da classificação, o que tornou a briga pelas posições no Q1 uma loteria devido à separação dos grupos.

Átila, Zonta e Galid entraram na pista logo no primeiro grupo, com chuva já diminuindo mas a pista bastante molhada. O paranaense chegou a estar em segundo, mas fechou o grupo em sétimo, com Abreu em 11º e Osman em 14º.

A chuva voltou no começo do segundo grupo, e esperava-se que o grupo 2 sofresse, mas uma bandeira vermelha foi providencial. A chuva parou definitivamente, e a pista melhorou rapidamente, o que permitiu a Gaetano ficar em 11º - os demais pilotos da Shell acabaram fora do Q2.

Na segunda etapa do treino, com a pista melhorando gradualmente, Gaetano chegou a brigar em dado momento por uma das seis vagas no Q3, mas acabou sua participação no treino com a 12ª colocação, fechando a sexta fila.

A largada para a primeira prova deste domingo será às 11h. Já segunda corrida, com grid invertido em relação aos dez mais bem classificados da primeira, terá sua largada às 12h02. O SporTV2 transmite as provas ao vivo.

Todos os pilotos da Shell estão aptos ao prêmio do Fan Push, um acionamento adicional do botão de ultrapassagem na segunda corrida. A votação continua no site oficial (www.stockcar.com.br) até a largada da rodada dupla.

O que eles disseram:

"Agora é tentar entender qual será o nosso ritmo na primeira corrida e tentar jogar se será a corrida 1 ou a 2. Eu tinha um bom carro no seco, na chuva, quando estava mais molhado, estava legal. Foi secando, e no Q2 poderíamos ter feito uma estratégia diferente no acerto do carro, o que nos tirou essa chance. Mas faz parte, é difícil saber, difícil adivinhar. Vamos buscar amanhã."

Gaetano di Mauro, piloto da Shell Helix Ultra no carro #11

"O carro estava muito bom na chuva e também no seco. Em todas as condições, o carro se comportou muito bem. Na classificação, abri a minha última volta, com a pista secando, e ainda faltava um minuto mais ou menos, com outros carros atrás de mim. Vários carros abriram a última volta um minuto depois de mim. Então, as condições vão mudando, e um décimo que seja, que você abre um minuto depois, ele vem. Fechei a minha volta em segundo, e os outros foram vindo e fiquei em sétimo. No grupo 2, a chuva parou, vários pilotos começaram a baixar, e, com a bandeira vermelha, deu mais dois minutos de diferença para secar ainda mais a pista e eu perder a 15ª posição que seria o limite para eu ir ao Q2. É uma pena. Não é justo. Nessas condições, quando chove, deveria abrir para todos classificarem juntos, seriam condições iguais para todos. A Stock Car poderia analisar melhor as condições de chuva quando tem classificação, para colocar todos os carros juntos. Aí, as condições seriam iguais para todos."

Ricardo Zonta, piloto da Shell V-Power no carro #10

"Nosso carro com pouca água sempre se mostrou ruim, enquanto com mais água se mostrou competitivo, como no Velo Città, onde ficou muito traseiro quando começou a secar. Logo que eu saí, o carro já era um pouco traseiro. É óbvio que eu fiz uma volta que no momento me deixava entre os cinco, seis primeiros, mas eu tomava muito num trecho só em que a traseira mais me afetava. Na última volta, obviamente fui tentar buscar um algo a mais porque sabia que a pista iria melhorar. Acabou que o freio travou, e perdemos a volta, passei reto. Por algum motivo, o meu carro estava com muito freio na frente, porque passei o freio para trás o que costumamos passar, e não foi nem a metade do que deveria ter passado. Isso nos complicou um pouco, mas foi muito mais pela nossa falta de performance nessa condição de pista, porque alguns carros passaram. Vamos trabalhar para amanhã, ver qual condição, sol ou chuva, nosso carro estava muito bom no seco, sofremos apenas nas retas, como na outra corrida aqui, o que não foi solucionado. Se acharmos a velocidade de reta, teremos um carro competitivo para uma corrida de recuperação."

Átila Abreu, piloto da Shell V-Power no carro #51

"Foi bem injusto. Todos deram cinco voltas na classificação, e até a minha quarta volta, eu estava garantido, bem. Mas na última volta bloqueou meu freio, a pista estava mais seca, e infelizmente não consegui dar uma boa volta. No segundo grupo, foi secando a pista, foi uma fatalidade. Vamos para a corrida 2 amanhã."

Galid Osman, piloto da Shell Helix Ultra no carro #28

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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