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Stock Car: Shell termina o domingo com pontos no Velopark
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mário Dias
Ricardo Zonta corre de capô trocado com Júlio Campos e anda entre os primeiros colocados na corrida 1; na prova 2, Galid Osman escala pelotão.

Num domingo de corridas muito atribuladas e com incidentes no Velopark pela Stock Car, a Shell teve como melhores resultados um 12º lugar de Ricardo Zonta na corrida 1 e um 13º de Galid Osman na prova 2. O dia, porém, também foi marcado por uma ação da Shell em conjunto com a Prati-Donaduzzi em prol dos transplantes, com a troca de capós nos carros de Ricardo Zonta e Júlio Campos para lembrar o Mês do Transplante.

Na largada da primeira prova, realizada em fila indiana por questões de segurança devido às mudanças na curva 1, as principais posições foram mantidas, com Zonta em sexto, Átila em 11º, Gaetano em 19º e Galid em 24º. Numa pista de difíceis ultrapassagens, Osman recolheu seu carro aos boxes logo no começo da janela de pit stop pensando numa estratégia para a segunda prova. Já Zonta, Átila e Gaetano estenderam suas janelas na pista.

Depois das paradas, Zonta, que chegou a liderar antes do pit stop, voltou para o sexto lugar, duas posições à frente de Átila, que também liderou brevemente, enquanto Gaetano ficou em 20º. Faltando nove minutos para o fim, Átila ficou lento na pista com problema no semieixo e voltou para os boxes.

Nas voltas finais, Zonta ainda tentou um ataque em busca do quinto lugar mas acabou mesmo em sexto, com Gaetano em 19º, Átila em 23º e Galid em 27º. Depois da prova, Zonta foi punido em dez segundos por um problema no pit stop e caiu para 12º.

A largada da segunda corrida também foi limpa, mas Átila acabou fora da disputa logo na segunda volta, após a suspensão traseira direita quebrar numa lombada. Já Zonta manteve o 12º lugar, e Gaetano subiu para 17º, com Galid em 20º.

Quando era 11º, Zonta entrou nos boxes logo na abertura da janela de pit stop, com Gaetano entrando em seguida e Galid esperando o máximo para parar. Na volta dos boxes, Gaetano deu um enorme salto para oitavo, com Galid em 16º e Zonta em 18º.

Faltando 12 minutos para o fim, Gaetano foi acertado por outro competidor e perdeu a chance de um bom resultado. Com isso, Galid subiu para 14º, quatro posições à frente de Zonta, enquanto Di Mauro ficou em 22º. Osman cruzou a linha de chegada em 13º, com Gaetano ainda salvando um 16º lugar e Zonta em 18º.

A próxima etapa da Stock Car será disputada no dia 20 de outubro, em Cascavel.

O que eles disseram:

“Na primeira bateria tentei sobreviver sem pushes, tentando fazer a melhor estratégia possível para não ser atacado. Em hora nenhuma pensei que poderíamos ter alguma punição que todos cometem. Em Interlagos, vários carros que pontuaram muito bem acabaram levantando o carro ainda abastecendo com o galão, o que foi o que aconteceu. Fora isso, teve alguns carros que me passaram na chicane. No briefing, falaram que não podia cortar a chicane, e que se cortasse, teria de devolver a posição até a reta oposta. mas os carros me passavam cortando a chicane como se nada estivesse acontecendo. Então não entendo porque a regra está sendo tão injusta e sem peso igual para todos. No briefing falaram, e não entendi porque deixaram três carros me passarem cortando a chicane.”

Ricardo Zonta, piloto do carro #10 na Shell V-Power

“Na primeira corrida, o carro estava não estava bom, com problemas de freios bem graves. O carro não parava na pista. Para a segunda prova, trocamos o sistema todo, e melhorou. Apesar disso, o desempenho já vinha comprometido, e oito pontos foram o máximo que conseguimos somar aqui hoje.”

Galid Osman, piloto do carro #28 na Shell Helix Ultra

“Foi uma pena. Preparamos bem a primeira corrida visando à segunda, a estratégia era muito boa. No pit, ganhamos muitas posições e estava tudo certo para a corrida 2. Num lance em que tentei passar o Daniel Serra junto com o Cacá Bueno, acabei tocado por outro piloto e rodei. Caí para 20º e ainda terminei em 16º. Uma pena, porque tínhamos velocidade para ficar entre os cinco, mas vamos trabalhar para tentar um bom resultado na próxima corrrida.”

Gaetano di Mauro, piloto do carro #11 na Shell Helix Ultra

“Na primeira corrida, batalhamos na estratégia para terminar entre os dez. Fizemos uma boa parada e voltei em oitavo, mas tive uma quebra de semieixo. Parei nos boxes, e os mecânicos conseguiram arrumar. Largamos de trás na segunda corrida, mas o carro estava muito dianteiro e eu ficava muito lento nas curvas. Aí num enrosco na curva zero, os carros espalharam e passei em cima de uma lombada, o que quebrou a minha suspensão. De qualquer forma, seria difícil fazer uma grande corrida de recuperação, embora eu tivesse a vantagem de não precisar praticamente reabastecer na segunda corrida. São coisas que acontecem, vamos continuar trabalhando para sermos competitivos, e dias melhores virão. Foi bom estar de volta ao Velopark depois do acidente na primeira corrida do ano, e vamos para Cascavel.”

Átila Abreu, piloto do carro #51 na Shell V-Power

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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