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Stock Car: Shell vai ao pódio com Átila Abreu em Londrina
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mario Dias
Galid Osman termina as duas provas entre os 15, enquanto Ricardo Zonta e Gaetano di Mauro têm problemas.

Átila Abreu terminou a segunda prova da Stock Car em Londrina em terceiro lugar, conquistou o primeiro pódio do ano e garantiu mais um troféu para a Shell na temporada. Galid Osman foi 14º e 12º nas corridas um e dois e Ricardo Zonta, o 17º na segunda prova. Um problema no acelerador impediu Gaetano di Mauro de disputar as duas provas. A etapa marcou a homenagem da marca ao tricampeão Niki Lauda, falecido no mês de maio.

Na primeira corrida, Átila e Gaetano mantiveram as posições de largada (décimo e 11º) enquanto Zonta subiu para 18º e Galid caiu para 19º. Na segunda volta, Átila usou o botão de ultrapassagem para assumir o nono posto e abrir boa distância em relação ao décimo colocado. Na quinta volta, um problema no acelerador do seu carro fez Gaetano di Mauro abandonar a corrida. Ainda na metade inicial da prova, Zonta mostrava bom desempenho e já aparecia em 15º lugar, trazendo junto com ele Galid, em 16º.

Átila, Zonta e Galid permaneceram na pista até o fim da janela de pit stop, porém a estratégia não surtiu o efeito desejado: por um erro da equipe Shell V-Power, os dois carros entraram no box na mesma passagem e como consequência Átila teve uma parada mais curta que poderia e Zonta teve que esperar o serviço no carro #51.

Átila voltou na 12ª posição e Galid em 16º. Ricardo Zonta voltou em 18º lugar, mas abandonou a prova na volta seguinte.

Nos minutos finais da prova, tanto Átila quanto Galid, optaram por poupar o equipamento para a segunda prova do dia e terminaram a corrida em 10º e 14º, respectivamente.

Com a inversão das 10 primeiras posições para a formação do grid da corrida dois, Átila partiu da primeira posição e manteve a posição. Mais atrás, Osman fechou a primeira volta em 9º e Zonta em 24º. O problema no acelerador persistiu e impediu a participação do carro #11 de Gaetano di Mauro.

Com bom desempenho na primeira metade da corrida, o sorocabano abriu uma boa vantagem para o segundo colocado e teve tranquilidade para fazer a sua parada de box. Galid Osman também apresentava bom ritmo e conduzia o carro da Shell Helix Ultra no sétimo lugar. Zonta era o 21º.

Após a parada, o piloto do carro #51 voltou na segunda posição, enquanto Osman era o nono e Zonta o 16º. Nos minutos finais da prova, Abreu sofreu forte pressão e acabou sendo ultrapassado e finalizando a corrida em terceiro, sua melhor posição na temporada. Galid Osman fechou a prova em 12º lugar e Ricardo Zonta em 17º.

Os pilotos da Shell voltam a competir no dia 21 de julho, na rodada dupla de Santa Cruz do Sul.

O que eles disseram:

“É bom estar de volta ao pódio. Pela primeira corrida, sabia que seria difícil ganhar, nosso pneu teve um desgaste um pouco excessivo. Acabei perdendo a liderança na parada de box e aí fiz uma corrida para terminar no pódio. Acabei ficando sem pneus nas últimas voltas, mas salvei o terceiro lugar. Estou bem feliz. O campeonato começa agora para mim, meu objetivo era o título, mas sei que é complicado. Agora quero ser protagonista e vencer corridas. Obrigado pelos votos do Fun Push. Vamos continuar trabalhando e melhorar nosso desempenho. Estou feliz com o pódio.”

Átila Abreu

“Faltou um pouco de sorte para passar no Q2 ontem e isso atrapalhou nossa estratégia para hoje. Optamos por não arriscar nas corridas e somar o maior número de pontos possíveis. É um campeonato de muita regularidade e não somar pontos em uma etapa traz um prejuízo grande. Estou feliz pelos 16 pontos somados.”

Galid Osman

“Foi uma pena. Mesmo largando atrás eu tinha um carro rápido como foi durante todo o ano até aqui. Tinha condições de terminar entre os 15 na primeira corrida, mas ficou difícil depois do pit stop. Vamos procurar entender o que aconteceu aqui em Londrina e voltar mais forte na próxima etapa.”

Ricardo Zonta

“Foi uma pena. A gente tinha um ritmo parecido com os outros pilotos, mas perdi o acelerador na corrida um. Fizemos tudo que podíamos para disputar a segunda corrida, mas na volta de apresentação, na mesma curva, fiquei sem acelerador novamente. É uma pena, tínhamos bons pneus para a corrida e iriamos conseguir um bom resultado. É triste, mas vamos para a próxima.”

Gaetano di Mauro

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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