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Stock Car: Zonta faz pole ao ficar em 7º no grid da CM em Interlagos
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mário Dias
Com pneus mais novos e mais gasolina, parananense vai para a prova em melhores condições estratégicas; Galid e Gaetano largam na 7ª e 9ª filas, enquanto Átila tem problemas.

A Shell colocou Ricardo Zonta no top 10 do treino de classificação da Corrida do Milhão, em Interlagos. O paranaense ficou em sétimo no grid, mas, para muitos, fez a "pole de fato", já que a estratégia de prova pode pender a seu favor.

Isso porque os competidores terão de largar com os pneus e nível de gasolina usados na classificação, e o paranaense terá compostos menos gastos e mais combustível do que os seis primeiros no grid, que deram mais voltas nas duas etapas finais do quali.

Pela estimativa do chefe da equipe Shell V-Power, Thiago Meneghel, quem avançou ao Q3 gastou 13 litros a mais de gasolina, e quem foi ao Q4 utilizou 20 litros mais. Num pit stop, para compensar o gasto extra, o tempo a mais nos boxes estimado é de quatro e sete segundos, respectivamente.

Galid Osman e Gaetano di Mauro vão largar respectivamente na sétima e nona filas, em 14º e 17º. Átila Abreu terá de partir para uma corrida de recuperação após ter sofrido com problemas no motor logo no Q1.

Galid e Zonta entraram na pista no primeiro grupo no Q1 e ficaram respectivamente em sétimo e 11º. No segundo grupo, Átila não conseguiu registrar tempo devido a uma quebra de motor. Já Gaetano, que foi prejudicado pelo óleo do carro #51, ficou com o 17º lugar no geral, enquanto Galid avançou em oitavo, e Zonta, em 11º.

No Q2, Zonta ficou a apenas 0s016 de avançar no treino e ficou em sétimo, uma posição importante devido à estratégia. Galid Osman ficou em 14º, a 0s3 do tempo de corte para os classificados ao Q3.

A Corrida do Milhão terá 40 minutos de duração mais uma volta. Os pilotos serão obrigados a fazer um pit stop a partir da volta 12 e terão quatro voltas para cumprir a parada, que terá a troca mandatória de pelo menos um pneu - quem não parar na janela será desclassificado. Cada competidor terá direito a oito disparos do botão de ultrapassagem.

Os quatro pilotos da Shell participam da votação do Fan Push, um disparo adicional do push to pass. A eleição continua no site oficial (www.stockcar.com.br) até as 10h45, a 45 minutos da largada. A Rede Globo e o site Globoesporte.com transmitem a Corrida do Milhão ao vivo.

A Shell é a maior patrocinadora do automobilismo brasileiro. Além da Stock Car, a marca tem envolvimento em outras categorias como Stock Light, Porsche Carrera Cup, Fórmula 4 e kart sem contar o apoio a jovens pilotos por intermédio da Academia Shell Racing.

O que eles disseram:

"Não tinha como prever o sétimo lugar, nem vi os tempos dos outros. Meu carro está muito constante, sempre virando tempos iguais. Se eu fosse para a parte final do treino, vendo essa constância, eu poderia brigar pelas posições da frente. Mas os pneus e combustível economizados agora vão fazer muita diferença no pit stop. Quem está mais à frente vai ter de colocar muito combustível, e o desgaste tem sido muito agressivo. A sétima posição é muito importante para nós, mas a minha cabeça estava voltada para ir para a pole."

Ricardo Zonta, piloto do carro #10 na equipe Shell V-Power

"Vai ser uma corrida de muita estratégia. É claro que quem avançou ao Q3 e Q4 vai usar mais combustível, então estamos numa posição confortável para fazer uma boa corrida e pontuar bastante, quem sabe até disputar a vitória. Fui muito atrapalhado por um outro competidor, mas fiquei até satisfeito com o nosso desempenho. Estamos numa posição intermediária, que não é o pior cenário."

Galid Osman, piloto do carro #28 na equipe Shell Helix Ultra

"Foi uma pena estar no segundo grupo no Q1, porque havia óleo na pista, e a diferença estava muito alta, um segundo mais lento. Infelizmente isso atrapalhou o nosso trabalho do fim de semana todo, poderíamos estar bem mais à frente"

Gaetano di Mauro, piloto do carro #11 na equipe Shell Helix Ultra

"Aparentemente foi uma quebra de motor. O carro vinha normal, e não houve nenhum aviso, foi um problema repentino. Uma pena o que aconteceu, agora vamos ter de partir para uma corrida de recuperação. Vai ser uma corrida difícil, vamos pensar numa boa estratégia."

Átila Abreu, piloto do carro #51 na equipe Shell V-Power

Grid de largada:

1º L.di Grassi - 1m36s704
2º R.Maurício - 1m36s873
3º T.Camilo - 1m36s979
4º D.Serra - 1m37s224
5º G.Casagrande - 1m37s285
6º B.Baptista - 1m37s413
7º R.Zonta - 1m37s167
8º N.Piquet - 1m37s178
9º F.Fraga - 1m37s180
10º M.Wilson - 1m37s185

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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