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Stock Car: Shell espera colocar seus 4 carros entre os 10 no grid em Londrina
Reportagem: Luis Ferrari
Foto: José Mario Dias
Equipes Shell V-Power e Shell Helix Ultra dedicaram a sexta-feira para o acerto de corrida, o que trouxe boas referências para a preparação do acerto para a tomada de tempo do sábado.

A Shell teve uma rara sexta-feira fora do top10 em Londrina. A maior patrocinadora do esporte a motor no Brasil, que desde maio de 2018 venceu ao menos uma corrida em todas as rodadas duplas realizadas na Stock Car, viu seus carros focados no acerto para as corridas de domingo na exigente pista paranaense.

Pilotando pela primeira vez um carro de Stock Car em Londrina, Gaetano di Mauro teve um dia produtivo. Evoluindo durante os treinos, o piloto do carro #11 saiu do 23º tempo da manhã para o 11º na parte da tarde com o carro da Shell Helix Ultra.

Último vencedor da categoria em Londrina, Átila Abreu teve um dia de altos e baixos. O piloto do carro #51, maior vencedor da Stock Car na última temporada, terminou o treino da manhã na décima posição. Na parte da tarde, o sorocabano enfrentou dificuldade nas freadas e terminou no 18º lugar.

Vencedor na última etapa em Goiânia, Ricardo Zonta terminou o treino da manhã em 12º. No segundo treino do dia, o piloto paranaense utilizou pneus usados e foi 22º. Vale lembrar que o competidor do carro #10 venceu uma das provas realizadas em Londrina em 2017 e no ano passado disputava a vitória na corrida 1 quando teve um problema de motor a seis voltas da bandeirada.

Já Galid Osman está confiante em conquistar uma boa posição no grid de largada. Após os resultados obtidos nos treinos desta sexta, 19º pela manhã e 14º no período da tarde, ele espera avançar para o Q3 no treino classificatório deste sábado. O piloto do carro #28 vem de seu melhor fim de semana com a Shell Helix Ultra, na etapa passada em Goiânia.

Em Londrina a Shell presta uma homenagem ao o tricampeão mundial de Fórmula 1 Niki Lauda, falecido no fim de maio. Os carros da marca levarão nos espelhos retrovisores o nome do austríaco com a mesma tipologia utilizada entre as temporadas de 1974 e 1977 nos carros da Ferrari.

A programação do fim de semana continua neste sábado, com o terceiro treino livre às 9h30 e a classificação às 13h30, com transmissão ao vivo pelo GloboEsporte.com. Domingo, as duas corridas serão exibidas ao vivo pelo SporTV2 às 12h e 13h08, com a segunda prova tendo grid invertido entre os dez primeiros da anterior.

O que eles disseram:

“A gente vem evoluindo bastante. É uma pista bem técnica para andar com o carro, que é bem arisco aqui. Venho melhorando a cada saída, entendendo o limite de cada freada, dacad saída de curva. Estou muito contente, estamos em um bom caminho de evolução para o fim de semana. Tenho o treino de estreantes hoje que vai me ajudar muito. Agora é pensar na classificação, pois já encontramos o carro para a corrida.”

Gaetano di Mauro

“Hoje foi um dia de altos e baixos. O carro começou com um bom equilíbrio e, conforme fomos andando, tentamos achar um pelinho final, um algo a mais. O carro está com uma dificuldade em frear, já começou assim e foi piorando depois. Eu acabo perdendo muito equilíbrio nas freadas e acaba ficando difícil se posicionar para fazer as curvas. Pela forma que começamos o treino acabou ficando abaixo da minha expectativa, estava muito confortável no começo do treino. Precisamos entender porque ter piorado tanto para voltar amanhã e estar competitivo. Resolvendo esse problema de freada, teremos um carro competitivo e brigaremos pelas primeiras posições.”

Átila Abreu

“O treino serviu para fazermos um acerto para a corrida. Aqui o desgaste de pneus está alto então o trabalho está sendo focado para isso. A posição de hoje não é favorável, mas no meu caso não usamos pneus novos e isso faz muita diferença aqui. Ainda tem mais um treino amanhã, e da para focar na classificação que é o que importa para amanhã.”

Ricardo Zonta

“Estou bem feliz com o nosso carro. Aqui é uma pista que o pneu faz muita diferença, não da pra ter muita base com os resultados finais, pois alguns pilotos usaram pneus novos, outros usados. O importante é que estamos bem, competitivos como estávamos na última etapa. Estou confiante em chegar ao Q3.”

Galid Osman

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

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