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Transparaná é recompensado pela natureza

Reportagem: Maria Isabel Maranhão Ritzmann
Fotos: Novo Conceito

Na chegada em Maringá, de frente para a Cadetral da cidade, o carro 003 é saudado por um periquito australiano.

Durante aproximadamente 16 semanas a organização do Jeep Clube de Curitiba trabalhou duro para realizar a 12ª edição do Transparaná 2006. Preparativos e todos os detalhes devidamente revisados, não falta segurança, apóio médico, técnico e, porque não, muita emoção, durante todo o evento. Além disso, uma das mais importantes preocupações foi com a natureza. Por isso, o IAP - Instituto Ambiental do Paraná - acompanhou todo o trajeto da prova, durante o último experimental realizado, para certificar-se de que nenhum dano seria causado ao meio ambiente.

Casualidade ou recompensa, a mãe natureza retribui à altura. Na chegada em Maringá, de frente para a Cadetral da cidade, o carro 003, do piloto Daltro Marcelo Maronezi e o capacete, do navegador Lourival Roldan, são saudados por um periquito australiano, para mostrar que o brilho do evento não está apenas nas trilhas, lamas ou na poeira.

Na chegada em Maringá, muita festa com a rampa móvel, espécie de gangorra, onde os pilotos sobem e descem na tentativa de equilibrar o carro em linha reta. Além de autoridades, patrocinadores e moradores da cidade, a imprensa local tem participado intensamente do evento.

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