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Muita
lama no primeiro dia de prova
Reportagem:
Maria Isabel Maranhão Ritzmann
Fotos: Novo Conceito
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Foi
dada a largada da 12ª edição do Transparaná 2006. A saída
aconteceu nesta manhã (23), no Centro Cívico, em frente
ao Palácio do Governo.
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Foi
dada a largada da 12ª edição do Transparaná 2006. São 53 competidores
que durante 6 dias percorrerão trilhas e estradas do estado do
Paraná, num total de 1682 km, durante mais de 48 horas de adrenalina
e emoção. Entre os participantes temos a presença, no carro 003
de Curitiba (PR), do navegador Lourival Roldan, que tem em seu
curriculun provas como o Paris-Dakar. No carro 001, também de
Curitiba (PR), o piloto Luiz Altevir Fontana, que participou de
todas as edições do Transparaná. Nos carros 021 e 027, de Foz
do Iguaçu (PR) e Andradas (MG), respectivamente, participam jovens
competidores de apenas 11 anos de idade, Murilo Moreira Szczybior,
de Foz, e Raul Guilherme Reijers, de Minas Gerais. Outra presença
marcante é da cidade de Telêmaco Borba, que conta com um grande
número de participantes.
Já
entre os carros da organização, estão as equipes de "abre trilha"
- que realiza a última conferência do trajeto; "fecha trilha"
- que faz a última passagem pelas trilhas, verificando se, por
algum problema, há competidores que precisem de apoio; "PCs" -
por ser uma prova de regularidade, registram a cronometragem.
Ficam em pontos estratégicos, escolhidos pela organização da prova,
montam as fotocélulas, que registram os horários de passagem de
cada carro, e anotam o seu respectivo número; "organização geral
da prova" - que acompanha a prova durante todo o percurso e, se
necessário, resolve problemas extra-regulamento. É composta pelo
diretor de prova, Luiz Felipe Campelo e um júri de três integrantes:
Adélcio "Pena" Coelho, Gilson de Queiroz e Sérgio Filardo;
"apoio médico" - está à disposição de todos os participantes para
qualquer eventualidade em que seja necessária a sua presença.
Todos os carros têm o número do telefone celular da equipe médica
e "equipe de segurança" - a PM Florestal também faz o acompanhamento
da competição e, a exemplo do apoio médico, permanece em constante
contato para resolver qualquer incidente.
No
percurso que vai de Curitiba a Guarapuava, onde os pilotos descansam
do 1º dia de prova, chuva e muita lama. Se por um lado, aumenta
o grau de dificuldade da prova, por outro, fica muito mais emocionante.
Os pilotos demonstram muita técnica e ousadia, já que ninguém
quer terminar a etapa fora do tempo determinado, para não perder
pontos.


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